sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Artesanato

Desde sempre foram reputados os artesãos locais dedicados ao fabrico de cerâmica, sobretudo pela sua imaginação figurativa sem paralelo. Embora haja diversos pontos em que a arte popular ganhou vulto no Concelho de Barcelos, é a Freguesia de Galegos S. Martinho aquela que mais afamada se tornou devido à excelência dos seus artesãos, sobretudo no que concerne ao tratamento artístico do barro e à produção do maravilhoso “Figurado de Barcelos”. Anualmente, é incontável o número de visitantes que assomam a este local para observarem os talentosos artesãos que, em instantes, de um pedaço de barro fazem uma obra de arte de irrepetível beleza. Com isto, não se pretende menosprezar outros locais, em que a arte popular, neste caso ligada à cerâmica decorativa e utilitária, continua a ter exímios executantes.

Figurado de barro, cerâmica decorativa e utilitária, porcelanas, faianças e loiça regional, é onde enquadramos os diversos tipos de artesãos hoje existentes. Encontramos na artesã Júlia Ramalho, uma “embaixadora” da nossa arte, nascida a 3 de Maio de 1946 começou a trabalhar no barro apenas com 7 anos de idade. Acompanhou todo o percurso artístico da sua avó, Rosa Ramalho, e herdou-lhe os talentos, que a haviam colocado como um dos expoentes máximos desta arte em Portugal.

È intenção da autarquia, em colaboração com a Câmara Municipal, dotar esta freguesia de ceramistas com um museu, onde possa homenagear Rosa Ramalho, filha ilustre desta terra, assim como um par de artesãos que ao longo do tempo foram transmitindo às diversas gerações o seu saber, no que concerne ao trabalho do barro.









Ana Maria Figueiredo

Resenha Histórica


Dando-se preferência ao lugar do (Souto de real)Hoje, Ano de 2008 tem por nome (Rua de São Martinho). Iniciaram-se as obras da construção desta Igreja em 1749, sendo esta benzida e aberta ao culto em 1751.
Do lado direito da sua porta principal, a facear com a sua humilde fachada, ergue-se o torreão, construído em 1773, o qual era para um só sino mas nos princípios do século, XX 1915 foi aumentado e nele colocado outro torreão. Autor:Abílio Macedo

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Mamma Mia


No âmbito da disciplina de Inglês, a turma 1ºF do EFA-B3 foi proposta a ver o filme "Mamma Mia" quando estavamos a cantar uma música dos ABBA quando a professora perguntou se ja tinhamos visto o filme, como dissemos que nao,sugeriu-nos que o fossemos!

No passado dia 10 de Outubro fomos assistir ao filme "Mamma Mia"!
Na minha opinião é um filme espectacular, muito divertido e engraçado!
Sugiro a todas as pessoas assistirem a este magnífico filme, vão-se rir de certeza!
É uma história fantástica e de certeza que vão gostar!












Ana Maria Figueiredo

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Resenha Histórica


A antiga Igreja Paroquial, (A qual já não existem vestígios), era no lugar da Igreja, junto á Cangosta que do Cabo vai para Real, ficando-lhe ao norte a Residência Paroquial. O templo era porém pequeno e insuficiente para as exigências do culto, em sítio húmido, sem condições higiénicas, chegando a um tal estado de ruína que em 1748 se capitulou a sua mudança para os lugares do Cabo ou do Souto de Real. No ano de 2008 a localização da mesma é designado por Rua de São Martinho.Autor: Abílio Macedo

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Ordenação Heráldica do Brasão e Bandeira


Armas - Escudo de prata, três galos de barro de Barcelos de sua cor, com a respectiva base de vermelho, dois dispostos em cortesia. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas: “ GALEGOS – SÃO MARTINHO “.

Simbologia
Escudo: Escudo de prata
Coroa Mural: Coroa mural de prata de três torres
Listel: Listel Branco, com a legenda a negro: "GALEGOS – SÃO MARTINHO"
Os Galos: Principal imagem promovida pelo Turismo, com origem nesta terra.


Explicação das Cores do Brasão








Prata (do Galo): Traduz a riqueza e a predominância
Vermelho (da Bandeira): Significa a caridade, o esforço e o valor



Bandeira: De vermelho, cordões e borlas de prata e vermelho. Haste e lança de ouro.



Bandeira para hastear em edifícios









Estandarte para cerimónias e cortejos









Ana Maria Figueiredo








sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Resenha Histórica

S. Martinho das Carvalhas

Carvalhas, orago S. Martinho, era vigararia da apresentação do Reitor de Santa Eulália de rio covo.
O seu nome vem de muitos carvalhos que nela existiam e ainda existem.
É limitada a nascente, pela freguesia de Silveiros, a sul pela de Chavão, a poente pelas de Chorente e Góios e a norte pelas de Remelhe e dita de Rio Covo.
Terra seca, não a banha regato algum, é pouco fértil e a parte não
cultivada está coberta
de pinhais e devesas.
Está situada parte na encosta norte do
monte da Saia e parte no prolongamento do monte de Remelhe, na ligação com aquele.
São fáceis os seus meios de comunicações, pois é atravessada de nascente a poente pela estrada Municipal que de Silveiros, da Estrada Nacional nº4 vem entroncar, no lugar da Bouça nova, como que de Barcelos por Remelhe segue a Góios e Chorente.
Autor..Abílio Macedo

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Historial


Galegos S. Martinho, freguesia situada num vale entre o Monte do Facho e o designado “Monte de Bois”, junto ao qual passa o Rio Cávado, tem a Norte, um relevo mais acentuado do que a Sul, pelo que apresenta, mesmo aqui, habitações construídas em solo rochoso. Distando, aproximadamente cerca de 6 km da sede de concelho, confronta com as freguesias de: a Norte, Oliveira e Roriz; a Nascente, Lama e Areias S. Vicente; a Sul, Manhente; a Ponte, Galegos Santa Maria. Com uma área de 310 hectares, conta, hoje, com cerca de três mil habitantes, distribuídos pelos seus 15 lugares.
Galegos S. Martinho foi crescendo, a par e passo, ao longo dos tempos. Com uma dúzia de moradores, no século XVI, passou, no século XVII, para 70 vizinhos e no século seguinte chegou a ter mesmo 130 fogos, para no século XIX atingir uma população de cerca de 350 habitantes.
Como freguesia teve a sua origem no Mosteiro de S. Martinho de Manhente, fundado, no século VI, por Theodomiro, rei dos Suevos e por S. Martinho primeiro Bispo de Dume. Sendo composto por S. Martinho de Manhente e ainda por parte das freguesias de Tamel S. Veríssimo, Galegos Santa Maria e Areias S. Vicente, estas terras que Galegos S. Martinho também integrava, foram doadas a Gomes Ramires, por D. Afonso Henriques.
Em 1260, D. Afonso III atribui, por foral, estas terras que conjuntamente com as freguesias de Oliveira, S. Romão da Ucha, S. Veríssimo do Tamel, Roriz, Igreja Nova, Lama e Manhente formam o concelho de Prado.
Em 1834, com a supressão do Couto de Manhente, passa para o concelho de Barcelos sendo, no entanto, só entregue no ano de 1837.
Galegos S. Martinho é, hoje, uma freguesia atractiva pelo seu artesanato, com destaque para o barro e a porcelana.,



Como motivos de visita e apreciação tem alguma monumentalidade, da qual se destaca a Igreja e o Cruzeiro Paroquial a Capela de Santa Marinha














Porém, o comércio e os designados Serviços têm reflectido o crescimento equilibrado e progressivo desta localidade onde, cada vez mais, se procura o bem-estar e a qualidade de vida.




Ana Maria Figueiredo